Quebra de sigilo de Lulinha mobiliza força tarefa do PT na CPMI do INSS
Parlamentares dizem que vão às últimas consequências para anular sessão

A aprovação da quebra de sigilo do filho do presidente Lula, o Lulinha, na CPMI do INSS mobilizou o pelotão do PT no Congresso Nacional.
A sessão acabou em tumulto e até agressão, mas os governistas não se deram por satisfeitos e foram até o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pedir a anulação da sessão.
Parlamentares dizem que vão às últimas consequências para garantir que a sessão seja anulada.
Apesar não ser investigado pela Polícia Federal, Lulinha foi citado como possível sócio oculto de Antonio Camilo Antunes, o “careca do INSS”.
Não foi o que aconteceu. A força tarefa entrou em ação e já trabalha com várias opções na mesa.
Se Alcolumbre não atender ao pedido dos governistas, o plano B é denunciar o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), no Conselho de Ética da Casa.
Ele será acusado de fraudar a votação de requerimentos na comissão.
